Bom, minha experiência profissional ainda é mais curta do que eu gostaria que fosse e quase me sinto culpado em pensar, ou “matutar” o que expressarei a seguir. Eu disse quase…
Até onde pode-se limitar recursos tecnológicos de um profissional de tecnologia e ainda querer que o mesmo tenha um funcionamento pleno? Ultimamente onde eu trabalho, tivemos restrição quase que total ao acesso a computadores próprios, à internet, entre outros, e o mais recente corte foi o e-mail externo. Caso precisamos de um driver de um determinado periférico, é necessário enviar uns 2 e-mails e fazer algumas ligações para conseguir um driver em um local compartilhado da rede. E se o driver não funcionar, ou não for compatível? Sinto muito, ainda tenho que terminar no menor tempo possível… Viu só?
Nessa espera por uma resposta de e-mail, e telefones desocupados vieram me dizer que acharam minha força de vontade no meio da rua, embaixo de um caminhão, reduzida a pó.
Outro dia, li um texto chamado “Como não liderar geeks que foi traduzido do Positive Sharing, muito bom e que se enquadra extremamente em vários ambientes de trabalho, inclusive o meu. Atenção, muitos erros ali mostrados são vísiveis até quando se vê a fachada de uma empresa.
Existem necessidades e vontades… Acesso a internet, acho necessário… Acesso a tudo? Não. É difícil controlar? É, mas quando se tem uma boa relação onde direitos e deveres ficam explícitos o profissionalismo certamente encontra a ética e funciona. Se a relação é transparente e aberta entre empregado e superior, fica fácil entender o motivo de certos atos restritivos. Caso contrário, está aberta a caça a brechas de proxy e furos de rede.
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